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sexta-feira, 22 de junho de 2012

A VISÃO DO BEBÊ


    Como o bebê vê o mundo nos primeiros meses.

         Por volta da sétima semana de gestação, a visão começa a se desenvolver. Ao nascer, a criança enxerga borrões, claros e escuros, e rostos e objetos que fiquem de 20 a 30 centímetros dos seus olhos. O alinhamento coordenado dos olhos ainda é difícil. Virá com o desenvolvimento neurológico. O que mais chama a atenção do recém-nascido são formas redondas e cores constrastantes. O rosto da mamães, sempre pertinho na hora de dar cuidados, é uma grande atração - fonte de comunicação, de afeto e de segurança para o bebê.
         No segundo mês, o alcance de visão do bebê aumenta para cerca de 50 centímetros. Ele consegue fixar o olhar, focar objetos, e tenta acompanhar movimentos. No terceiro mês, passará a ver imagens tridimensionais e será cada vez mais capaz de seguir objetos ou pessoas. No quarto mês, seu filho consegue reconhecer pessoas. Aos 6 meses, estará enxergando praticamente como um adulto.

    De olho na brincadeira - Estímulos legais para a visão

         No primeiro mês - fale com o bebê de perto, para ele poder enxergá-la. Brinque com objetos redondos e de cores fortes.

         No segundo mês - Faça caretas para que ele tente imitar. Um móbile no berço vai encantá-lo.

         No terceito mês - Segure-o em pé no colo, para ele observar melhor a movimentação ao redor.

         No quarto mês - Brinque de esconder o rosto e fazer aparecer novamente. Eles adoram.
        
         No quinto mês - Coloque brinquedos perto e longe do seu filho, para ajudá-lo a ampliar o campo de visão.

         No sexto mês - estimule a curiosidade do bebê, deixando-o cercado por objetos coloridos e de texturas diferentes.


    Fonte: Mônica Brandão



sexta-feira, 6 de maio de 2011

CONJUNTIVITE



"A conjuntivite, apesar de ser um problema comum e, na maioria das vezes, de fácil tratamento e cura, incomoda e causa uma grande irritação na visão".

 
O que é conjuntivite?
Conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular e o interior das pálpebras. O branco do olho (esclera) é coberto por uma película fina chamada conjuntiva, que produz muco para cobrir e lubrificar o olho. Normalmente, possui pequenos vasos sangüíneos em seu interior, que podem ser vistos através de uma observação mais rigorosa. Quando a conjuntiva se irrita ou inflama, os vasos sangüíneos que a abastecem alargam-se e tornam-se muito mais proeminentes, causando então a vermelhidão do olho.
Em geral, acomete os dois olhos, pode durar de uma semana a 15 dias e não costuma deixar seqüelas.

 
Causas
Quando a conjuntivite aparece depois do contato com um agente químico, ela é chamada de conjuntivite irritativa. Já aquele tipo causado por pó ou perfume recebe o nome de alérgica. As duas variações da doença provocam principalmente vermelhidão e coceira, e não são transmitidas por contato. Ela pode ser ainda viral ou bacteriana, em geral mais graves e podendo ser transmitidas por contato. As virais são as que mais freqüentemente são causas de epidemias.
A contaminação do olho com bactérias ou vírus, se dá por transmissão dos mesmos pelas mãos (por manipulação do olho), por toalhas, cosméticos (particularmente maquiagem para os olhos) ou uso prolongado de lentes de contato.
Os irritantes causadores de conjuntivite podem ser a poluição do ar, fumaça (cigarro), sabão, sabonetes, spray, maquiagens, cloro, produtos de limpeza, etc.
Alguns indivíduos apresentam conjuntivite alérgica (sazonal), devido à alergia, principalmente a pólen e perfumes em spray.

Sintomas
Em geral, a conjuntivite se caracteriza por ardência e coceira na região ocular, com sensação de corpo estranho (areia ou de ciscos) nos olhos, bem como um irritante lacrimejar, olhos vermelhos e sensíveis principalmente à claridade, e pálpebras inchadas. No caso da conjuntivite infecciosa, os olhos doem, além de secretarem um insistente líquido amarelado. Este tipo é, sem dúvida, o que mais aflige.
Infecções bacterianas, com estafilococos ou estreptococos, deixam o olho vermelho, associado a um montante considerável de secreção purulenta (pus). Uma consulta imediata a um oftalmologista é aconselhada. Por outro lado, outras infecções bacterianas são crônicas e podem produzir pouca ou mesmo nenhuma supuração, exceto um pequeno endurecimento dos cílios pela manhã.
Alguns vírus produzem a típica irritação dos olhos, dores de garganta e corrimento nasal, devido a um pequeno resfriado. Outros podem infectar apenas os olhos. As conjuntivites virais produzem geralmente duram de uma a duas semanas.

 
Como Evitar
Para combater uma epidemia é importante que as pessoas com conjuntivite, bem como as que não apresentam a infecção, tenham algumas informações que são úteis para a sua proteção e para evitar o contágio.
Para prevenir a transmissão, enquanto estiver doente, tome as seguintes precauções:
• Lave com freqüência o rosto e as mãos uma vez que estas são veículos importantes para a transmissão de microorganismos.
• Aumente a freqüência de troca de toalhas ou use toalhas de papel para enxugar o rosto e as mãos.
• Não compartilhe toalha de rosto.
• Troque as fronhas dos travesseiros diariamente enquanto perdurar a crise.
• Lave as mãos antes e depois do uso de colírios ou pomadas e, ao usá-los não encoste o bico do frasco no olho.
• Não use lentes de contato enquanto estiver com conjuntivite, ou se estiver usando colírios ou pomadas.
• Não compartilhe o uso de esponjas, rímel, delineadores ou de qualquer outro produto de beleza.
• Evite coçar os olhos para diminuir a irritação.
• Evite aglomerações ou freqüentar piscinas de academias ou clubes.
• Evite a exposição a agentes irritantes (fumaça) e/ou alérgenos (pólen) que podem causar a conjuntivite.

 
Para prevenir o contágio, tome as seguintes precauções:
• Não use maquiagem de outras pessoas (e nem empreste as suas).
• Use óculos de mergulho para nadar, ou óculos de proteção se você trabalha com produtos químicos.
• Não use medicamentos (pomadas, colírios) sem prescrição (ou que foram indicados para outra pessoa).
• Evite nadar em piscinas sem cloro ou em lagos.

 
Todos estes cuidados devem ser verificados por pelo menos 15 dias desde o início dos sintomas nos indivíduos contaminados, já que durante este período as pessoas com conjuntivite podem ainda apresentar contágio, evitando repassá-la para outras pessoas.

 
Tratamento
Na maioria dos casos de conjuntivite, os sintomas e a doença passam em 10 dias, sem que seja necessário qualquer tipo de tratamento. Medicações (pomadas ou colírios) podem ser recomendadas para acabar com a infecção, aliviar os sintomas da alergia e também diminuir o desconforto. Acima de tudo, não use medicamentos sem orientação médica. Alguns colírios são altamente contra-indicados porque podem provocar sérias complicações e agravar o quadro.
Para a conjuntivite viral não existem medicamentos específicos, sendo assim, cuidados especiais com a higiene ajudam a controlar o contágio e a evolução da doença.
Se você sabe que tem alergia ou intolerância a algum produto químico, mantenha-se longe dele, durante e depois da crise.
Para melhorar os sintomas, lave os olhos e faça compressas com água gelada, que deve ser filtrada e fervida, ou com soro fisiológico.
E lembre-se: ao perceber alguma irritação, vermelhidão ou secreção anormal, procure imediatamente seu oftalmologista. Só ele pode indicar o melhor tratamento.

 
Sinais de alerta
Se ocorrer algum destes problemas, procure imediatamente seu médico:
• Alterações visuais.
• Dor ocular intensa.
• Dor ao movimentar os olhos.
• Febre.
• Não melhorar com a medicação.
• Secreção continua após o término da medicação.
• Aumento da sensibilidade à luz.


Fonte: http://boasaude.uol.com.br/lib/ShowDoc.cfm?LibDocID=4426&ReturnCatID=1776

sexta-feira, 29 de abril de 2011



ADMINISTRE A BIRRA

 
     Desencadeada geralmente por um desejo não atendido, a birra inclui raiva e tristeza. “A criança fica tomada por inteiro, confusa com a diversidade de emoções”, descreve a psicóloga Beatriz Almeida Bessa, esclarecendo ainda que a intensidade e a freqüência dessas crises variam de uma para outra. A birra é uma fase com começo, meio e fim, à medida que a criança aprende a expressar seu descontentamento de outras formas e aceitar respostas negativas. “Trata-se de uma etapa do amadurecimento que, se bem trabalhada, contribui para a formação de um adulto equilibrado”, resume.

     Ao contrário do que pais e adultos possam pensar, a dor expressa pela criança não é insuportável. “Não se deve conferir à birra um poder maior do que o que ela de fato tem”. A psicóloga dá orientações de como proceder diante desse comportamento:

• Não satisfaça o desejo da criança. Ceder é consolidar a birra como um método válido e aceitável. O recado implícito deve ser: “As pessoas não atenderão aos seus pedidos só porque você faz birra”.

• Não expresse ódio e fuja de frases de efeito negativas, como “Não vou admitir isso”. Elas apenas aumentam a agressividade da situação.

• Encoraje a criança a falar como está se sentindo, para que ela tente transformar a enxurrada de emoções em palavras, nomeando sentimentos. Pergunte: você está bravo? Chateado? Irritado?

• Adote também expressões de constatação, como “Sei que você está bravo”. Assim a criança pode se sentir compreendida.

• Retire o aluno do local com cuidado e proteja-o de sua própria fúria, pois ele pode acabar se machucando (batendo a cabeça, por exemplo). E, desde que de maneira não violenta, retirá-lo da exposição pública ou carregá-lo quando ele corre o risco de ficar sozinho para trás pode ser necessário.

• Avise com antecedência que o desejo do aluno não poderá ser atendido em determinada situação. Assim, se ele fizer birra, você pode recordá-lo:”Lembra do que a gente conversou?”

• No momento da crise, sermões são inúteis. Deixe para conversar mais longamente depois, quando ele estiver calmo e disposto a ouvir.

• No dia-a-dia, conte histórias que ilustrem o quanto é importante ser uma pessoa flexível, saber dialogar e ser capaz de abrir mão de uma vontade em favor do desejo do grupo.

• Não confunda birra com mimo: não é porque a criança faz birra que necessariamente ela seja mimada. Capricho com capacidade: pode ser que o aluno até queira fazer algo, mas, por não se sentir capaz de fazê-lo, acabe se recusando por medo.



Bom trabalho!

quinta-feira, 31 de março de 2011

31 DE MARÇO - DIA DA SAÚDE E NUTRIÇÃO




31 DE MARÇO
DIA DA SAÚDE E NUTRIÇÃO



       Dia 5 de Agosto é o Dia Nacional da Saúde, mas não é somente neste dia que se deve cuidar dela.

      A saúde resulta de um equilíbrio físico, orgânico e mental do nosso organismo, conquistado no dia-a-dia. Esse equilíbrio é adquirido através de vários fatores, como uma boa alimentação à base de frutas, verduras, carboidratos, proteínas, pouca gordura e muita água; um bom descanso; alguma atividade física; cuidados com a higiene pessoal; horas de lazer.

      O cuidado com a saúde é um hábito que todos devem ter. É importante lembrar de nossa saúde diariamente!

Fonte: Smartkids.com.br
Fonte da imagem: picasa.marcia educação infantil.


SUGESTÃO PARA LEMBRANCINHA


Pesquisando sobre a lembrancinha que seria proposta aos alunos neste dia, encontramos uma sugestão bem interessante. É um jogo da memória das frutas. Os alunos pintaram, recortaram e depois puderam brincar com os amigos e levar para casa.

 







quinta-feira, 24 de março de 2011

REFLUXO NA INFÂNCIA


 


     Sabe aquela queimação que sentimos às vezes na garganta ou azia? Esse incômodo pode ser chamado de Refluxo Gastroesofágico, que nada mais é que a volta do alimento, sólido ou líquido, do estômago para o esôfago.
     Acontece que isso não é apenas um problema de adultos. Os bebês e as crianças também sofrem com vômitos e regurgitações principalmente após as mamadas e refeições.
     Antes de aprofundarmos no assunto, vamos entender o processo. O esôfago é um tubo muscular que conduz os alimentos da boca ao estômago. Na sua parte inferior existe um esfíncter que se abre para a passagem do alimento e se fecha para que o alimento não volte. Quando o esfíncter é fraco ou imaturo, ele não segura o alimento no estômago, que acaba voltando para o esôfago na forma de regurgitação ou vômito. Agora já estamos mais por dentro do assunto.
     Todas as pessoas já devem ter apresentado em algum momento da vida a volta do alimento do estômago em direção à boca sem que isso acarretasse em algum problema. Quando a freqüência, quantidade e duração são exageradas, o refluxo é considerado uma doença.
     A grande maioria dos bebês apresenta refluxo gastroesofágico por causa da imaturidade do esfíncter esofagiano. É chamado de refluxo fisiológico, isto é, que faz parte do desenvolvimento infantil.


     Atenção, mamãe - Em 80% dos casos, o refluxo tende a regredir a partir dos seis meses de vida coincidindo com a introdução dos alimentos sólidos e a condição de uma postura corporal mais ereta.
     O refluxo gastroesofágico é considerado patológico quando os episódios de vômitos e regurgitações não melhoram depois dos seis meses de vida mesmo com alterações na postura e dieta. Nessa fase, a criança não ganha peso ou o perde e pára de crescer e produz uma esofagite (inflamação do esôfago).
     Além desses problemas, a criança apresenta sintomas como irritabilidade, choro persistente, dificuldade para dormir, recusa de alimentos ou complicações relacionadas ao nariz, ouvido, seios da face e garganta.
     Em casos mais graves, a criança pode apresentar uma apnéia (parada respiratória) ou aspirar o próprio refluxo (chegar aos pulmões), progredindo para uma pneumonia aspirativa. Preste atenção se seu filho apresenta como sintoma chiado no peito.
     Nas crianças mais velhas, os sintomas são de dor ou sensação de queimação no peito que se move até o pescoço (azia), gosto ácido ou amargo na boca, vômitos, episódios de tosse, arrotos e dor ao engolir o alimento.


Como vencer o refluxo? - O refluxo tem cura e pede alguns cuidados que devemos ter no cotidiano das crianças. A manutenção do leite materno é essencial, assim como deixar a criança no colo “em pé” para arrotar depois de alimentada por pelo menos meia hora antes de deitá-la. Se a criança já toma leite de vaca, às vezes poderá ser necessário engrossar com farinha de arroz ou milho.
     Fracionar a alimentação para que o estômago não distenda e o refluxo seja evitado é outro cuidado. A quantidade de alimento deve ser menor por vez e dada em mais vezes ao dia. Alguns alimentos devem ser evitados como gorduras e frituras, chocolate, sucos cítricos (ácidos), café, refrigerante e iogurte.
     Outra dica: a cabeceira do berço ou da cama da criança deve ficar elevada para que a ação da gravidade ajude o esvaziamento gástrico, assim como a posição de lado em cima do braço direito.
     Os casos mais sérios são tratados com medicação que auxiliam também no esvaziamento gástrico e neutralizam a acidez da substância do estômago. A indicação de cirurgia hoje é pequena devido ao bom desempenho dos medicamentos e dos cuidados na vida diária.



Fonte: http://guiadobebe.uol.com.br/recemnasc/refluxo_na_infancia.htm



QUANDO A CRIANÇA VAI ENGATINHAR?

      

        Com 7 para 8 meses, a maioria dos bebês começa a engatinhar. Alguns preferem adiar essa etapa. Acham mais divertido tentar ficar em pé apoiados, mas podem retomar o "engatinho" por volta dos 11, 12 meses, quando sentem algum perigo no andar ou querem mais equilíbrio. Os médicos não vêem problemas nessa alteração de rota, desde que os pais não interfiram com estímulos que forcem a criança a andar. Condenam especialmente o andador, que habitua a criança a andar na ponta dos pés, o que é prejudicial para a sua coluna.
      Além disso, segundo a ONG Criança Segura, representante da americana Safe Kids no Brasil, o andador é responsável por mais acidentes que qualquer outro produto infantil destinado a crianças entre 5 e 15 meses. Por isso, assim que o bebê senta, o melhor estímulo é deixá-lo no chão à vontade para explorar o ambiente. Esse desafio o levará ao "engatinho". Nessa fase, os pais também não devem facilitar a vida do filho, pegando-o no colo sempre que ele reclamar ou buscando os brinquedos que não consegue alcançar.

 
Do jeito deles

 
        As circunstâncias que levam um bebê a não engatinhar não devem ser generalizadas, pois há a criança que pula essa etapa e a que engatinha em qualquer situação. Embora faça parte do desenvolvimento, o "engatinho" não deve ser visto de maneira isolada, e sim com outras aquisições do bebê, como sentar, segurar objetos e se comunicar – "sinais de que tudo está bem com ele", ressalta o neuropediatra Erasmo Barbante Casela, do Hospital das Clínicas de São Paulo. É bom saber, também, que a maneira de engatinhar varia. Às vezes a criança engatinha sentada, outras com o bumbum para cima ou se apoiando numa perna só. "É como cooper na praia, cada um corre de uma maneira diferente", diz o pediatra Pedro Cesar de Souza Paiva, da Casa de Saúde São José, do Rio de Janeiro.


 
Procure o médico

 
       Se, ao observar os movimentos de seu filho, você acha que a maneira de ele se locomover é muito estranha, ou ele não faz progressos por longo tempo, consulte um especialista. Fique atenta, por exemplo, se a criança mantém sempre uma das mãos mais fechada do que a outra, se de modo repetitivo mexe menos um lado do corpo ou faz movimentos obsessivos, como girar continuamente. "Quando o movimento é muito rudimentar ou atípico, sempre vale a pena uma avaliação neurológica", recomenda o pediatra Pedro Cesar de Souza Paiva.


FONTE: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI17224-15162,00.html

DICAS PARA UM SONO TRANQUILO DAS CRIANÇAS

       



      A pediatra Márcia Hallinan, do Laboratório do Sono da Universidade Federal de São Paulo, preparou um lista de situações que você, provavelmente, já enfrentou. Para que os pequenos aprendam a dormir, ela explica que é necessário rotina, ajuste de horários e paciência, muita paciência. Veja 14 dicas infalíveis.

1 - O ritual começa no fim da tarde, por volta das 18h: é hora de desacelerar;
2 - Ofereça o jantar por volta desse horário ou três horas antes de a criança ir para a cama. Se os pais não estiverem em casa, outra pessoa pode tomar conta da tarefa. No caso dos bebês, a última mamada deve ser perto das 23h;
3 - Evite deixar que as crianças assistam a desenhos de terror ou drama à noite ou joguem games com o mesmo tema. O ideal é que computador e TV não façam parte da mobília do quarto delas;
4 - Duas horas antes da hora da criança dormir, desligue a televisão ou o computador. Em vez disso, que tal brincar com ela?
5 - Melodias tranqüilas preparam a criança para dormir. Na hora do sono, porém, desligue o aparelho. Ela precisa de um ambiente calmo, sem barulho;
6 - Antes de ir para o quarto, um banho morno ajuda a relaxar;
7 - Se eles tiverem fome antes de dormir,ofereça comidas leves, como um leite com biscoito ou barras de cereal;
8 - A leitura é um bom hábito para toda a família, antes de dormir. Acalma os pequenos e ainda aproxima pais e filhos;
9 - Depois, deixe as crianças no quarto, seja na cama ou no berço, sozinhas. Se reclamarem, os pais podem ficar por ali até que peguem no sono, mas nada de colo. A presença transmite segurança e, como tempo, elas vão aprender a adormecer sem vocês por perto;
10 - O ambiente deve ser silencioso, escuro e fresco;
11 - Além de dar segurança à criança que tem medo de escuro, a luz de cor azul tem efeito calmante. Mas para as que não se importam, o melhor é apagar todas as luzes;
12 - Outra coisa que deixa os pequenos mais tranquilos é o chamado objeto de transição, que pode ser um boneco de pano, bicho de pelúcia ou uma fralda;
13 - Um beijo de boa-noite simboliza que o dia acabou;
14 - Essa rotina deve ser seguida diariamente. O ideal é que as crianças sejam colocadas para dormir e acordem sempre no mesmo horário.