Ficamos felizes com a sua presença!

Escola De Educação Infantil Vovó Esther
Rua Três Pedras, 288 Vila Alpina São Paulo
Telefone: 2917-1547
e-mail: escolavovoesther@hotmail.com

Mostrando postagens com marcador Brincadeiras. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Brincadeiras. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 25 de junho de 2012

COMUNICAÇÃO VERBAL

  1. Nomear-se e aos seus familiares;
  2. Nomear professores, funcionários e colegas da escola.
  3. Identificar e nomear responsáveis por diferentes funções. Exemplo: quem cuida da fazenda, quem vende remédios, etc.
  4. Identificar, associar e nomear objetos ao local em que são encontrados ou guardados.
  5. Nomear corretamente o que lhe é solicitado: objetos, animais, alimentos, frutas, pessoas, lugares, etc.
  6. Pronunciar separadamente palavras, dividindo-as silabicamente e batendo palmas em cada divisão silábica.
  7. Descrever situações já vividas ou criadas pela própria criança.
  8. Formar frases com gravuras apresentadas.
  9. Relatar acontecimentos escolares e familiares.
Fonte: Para Gente Importante. Editora Arco-Íris. Manual do Professor

ORIENTAÇÃO PESSOAL





  1. Dramatizar entrevistas, entre as crianças, de como é seu nome e sobrenome; onde você mora; você tem apelido; como se chamam seu pai e sua mãe; você tem irmãos; qual o nome deles; onde é que você brinca e com quem etc.
  2. Dramatizar uma situação familiar, livremente quanto à escolha de membros e diálogos.
  3. Dar características ao seu coleguinha, como: é loiro, moreno, alto, baixo, quietinho, etc.
  4. Em círculos, de olhos fechados, a professora tocará uma criança que dirá "bom dia", e outro colega (pré-determinado) deverá descobrir, pelo tato, quem foi que falou.
  5. Sentados em círculos, uma criança de olhos fechados, deverá descobrir, pelo tato, quem é aquele que está sendo tocado.
  6. Agrupar por semelhanças (todos os meninos, meninas, etc).
  7. Desenhar o seu retrato.
  8. Desenhar sua família, descrevendo seus componentes.
    Fonte: Para Gente Importante.  Editora Arco-Íris. Manual do Professor.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

A VISÃO DO BEBÊ


    Como o bebê vê o mundo nos primeiros meses.

         Por volta da sétima semana de gestação, a visão começa a se desenvolver. Ao nascer, a criança enxerga borrões, claros e escuros, e rostos e objetos que fiquem de 20 a 30 centímetros dos seus olhos. O alinhamento coordenado dos olhos ainda é difícil. Virá com o desenvolvimento neurológico. O que mais chama a atenção do recém-nascido são formas redondas e cores constrastantes. O rosto da mamães, sempre pertinho na hora de dar cuidados, é uma grande atração - fonte de comunicação, de afeto e de segurança para o bebê.
         No segundo mês, o alcance de visão do bebê aumenta para cerca de 50 centímetros. Ele consegue fixar o olhar, focar objetos, e tenta acompanhar movimentos. No terceiro mês, passará a ver imagens tridimensionais e será cada vez mais capaz de seguir objetos ou pessoas. No quarto mês, seu filho consegue reconhecer pessoas. Aos 6 meses, estará enxergando praticamente como um adulto.

    De olho na brincadeira - Estímulos legais para a visão

         No primeiro mês - fale com o bebê de perto, para ele poder enxergá-la. Brinque com objetos redondos e de cores fortes.

         No segundo mês - Faça caretas para que ele tente imitar. Um móbile no berço vai encantá-lo.

         No terceito mês - Segure-o em pé no colo, para ele observar melhor a movimentação ao redor.

         No quarto mês - Brinque de esconder o rosto e fazer aparecer novamente. Eles adoram.
        
         No quinto mês - Coloque brinquedos perto e longe do seu filho, para ajudá-lo a ampliar o campo de visão.

         No sexto mês - estimule a curiosidade do bebê, deixando-o cercado por objetos coloridos e de texturas diferentes.


    Fonte: Mônica Brandão



quarta-feira, 23 de maio de 2012

COORDENAÇÃO DINÂMICA GERAL - RITMO - EQUILÍBRIO




  1. Marchar em diferentes ritmos.
  2. Marchar imitando um boneco de pau.
  3. Marchar imitando um boneco de molas.
  4. Marchar ao ritmo do piano.
  5. Marchar batendo forte o pé no chão.
  6. Marchar com passos bem levinhos.
  7. Marchar com passos normais.
  8. Marchar batendo palmas sobre a cabeça, a frente do corpo.
  9. Marchar levantando e abaixando os braços.
  10. Andar lateralmente, cruzando os pés.
  11. Agachar e levantar, andar, etc.
  12. Marchar com movimentos giratórios de braços.
  13. Deslocar-se como o cachorrinho, rastejando, rolando, etc.
  14. Andar sobre uma tábua no chão e esta posteriormente elevada por tijolos.
  15. Andar sobre a tábua elevada, até o centro desta, agachar, girar e descer.
  16. Anar sobre cadeirinhas dispostas em filas.
  17. Passar entre duas filas de cadeiras próximas, sem tocá-las.
  18. Deslocar-se na ponta dos pés.
  19. Manter-se em pé imóvel e de olhos fechados.
  20. Manter-se na ponta dos pés.
  21. Manter-se apoiado nos calcanhares.
  22. Deslocar-se nos calcanhares.
  23. Transportar uma torre de caixas de fósforos, sem derrubá-las.
  24. Correr equilibrando uma bola em uma mão.
  25. Saltar de cócoras com os dois pés juntos, para frente, para os lados, para frente e para trás alternadamente.
  26. Deslocar-se andando de quatro.
  27. Deslocar-se como um cachorrinho com a pata machucada.
  28. Deslocar-se como um gato (sem o apoio do joelho).
  29. Deslocar-se como uma tartaruga (lentamente).
  30. Deslocar-se como uma girafa ( bem esticadinho).
  31. Deslocar-se como um pato ( semi-agachado).
  32. Deslocar-se como uma minhoca e outros bichinhos, de acordo com a criatividade da criança.
  33. Bater pés e mãos em um mesmo ritmo.
  34. Correr em ritmo variado de acordo com o comando do tambor.
  35. Subir e descer escadas.
  36. Tranferir o peso do corpo de uma perna para outra.
  37. Saltar como o saci, livremente e sobre linhas pré-determinadas.
  38. Pular com os pés juntos e alternados.
  39. Pular corda e amarelinha.
  40. Saltar em distância.
  41. Quicar a bola no chão e apanhá-la com uma só mão.
  42. Andar com um copo com água na mão.
  43. Caminhar com saquinhos de areia na cabeça.
  44. Saltar sobre obstáculos.
  45. Corridas, normal e de costas.
  46. Correr, andar, galopar, trotar ao lado da professora em diferentes ritmos.
  47. Corrida do saco, ovo na colher e outras variações.
  48. Acompanhar sequências de palmas dadas pela professora.
  49. Acompanhar sequências como estalar os dedos, duas palmas, bater na perna e outras.
Fonte: Pra Gente Importante Manual do Professor

ESQUEMA CORPORAL








  A seguir, são descritas sugestões que serão naturalmente exploradas e desenvolvidas de acordo com as situações propostas pelo grupo.

  1. Apalpar seu corpo, analisando: composição, contorno e formas.
  2. Reconhecer e nomear corretamente as partes do corpo e segmentos.
  3. Nomear as diferentes partes do próprio corpo e do corpo do colega.
  4. Imitar a sequência de toques dadas pela professora: cabeça, pé, etc.
  5. Descobrir a utilidade de cada parte do corpo.
  6. Mover apenas os segmentos dados pela professora: dedos, olhos, etc.
  7. Identificar separadamente as partes da cabeça: ouvidos, etc.
  8. Reconhecer as posições: em pé, sentado, de cócoras e criar novas posições.
  9. Brincar de "Morto-Vivo".
  10. Brincar de "Estátua".
  11. Seguir códigos como: 1 palma - em pé; 2 palmas - deitado, etc...
  12. Deitar a criança sobre um papel e desenhar seu contorno, recortar a silhueta e identificar os diferentes segmentos corporais.
  13. Identificar diferenças entre si e os colegas, quanto a altura, peso, cor de cabelos, etc.
  14. Agrupar os colegas: só meninos, só morenos, etc.
  15. Deslocar-se em diferentes posições: deitado, em pé, de costas, andar de quatro, etc.
  16. Deitar, respirar lentamente, reconhecendo o ritmo respiratório.
  17. Deitar, sentir os osso e os músculos, partes moles e duras.
  18. Deitar, após pequenas corridas, e sentir seus batimentos cardíacos.
  19. Sentir a contração e relaxamento muscular.
  20. Esticar e amolecer os músculos (endurecer).
  21. Reconhecer o eixo central de seu corpo e observar a simetria lateral (dois braços, dois olhos, etc...).
  22. Elevar braços e pernas para o alto, alternadamente.
  23. Jogo de palmas em diferentes composições.
  24. Explorar o espaço em torno de seu corpo e do colega, inicialmente parados e depois em deslocamento.
  25. Ficar em local pré determinado: ao primeiro sinal, dispersar; ao segundo, retornar em posição de partida.
  26. Identificar os extremos corporais, ou seja, cabeça e pés.
  27. Em duplas, ao sinal, tocar dedo com nariz, joelho com pé, etc.
  28. Brincar de "O Macaco Mandou..." tocar o pé, os olhos, o cabelo dos colegas, etc.
  29. Movimentar-se à frente do espelho - caretas e poses.
  30. Imitar caretas e poses da professora.
  31. Identificar as diferentes articulações corporais.
  32. Imitar posições estáticas.
  33. Seguir direções determinadas previamente.
  34. Andar seguindo linhas desenhadas no chão.
  35. Indicar com o braço a direção determinada por setas e posteriormente só pelo olhar da professora.
  36. Percorrer caminhos obstruídos por pequenos obstáculos;
  37. Percorrer caminhos, saltando pequenos obstáculos existentes.
  38. Rolar na grama, descrevendo quais segmentos tocam o chão.
  39. Jogar bola com os companheiros que estão em roda.
  40. Passar a bola para o companheiro, por baixo de sua perna, por cima da cabeça, lateralmente ao corpo, etc.
  41. Acertar um alvo determinado, com uma bola.
  42. Jogar boliche (utilizar material de sucata).
  43. Percorrer labirintos (obstáculos) com caminhos.
  44. Construir a figura humana com peças descartáveis, montando e desmontando corretamente.
  45. Copiar as diferentes posições de gravura.
  46. Recortar as diferentes partes de um boneco e remontá-lo em folha sulfite.
  47. Pesquisar uma figura humana de revistas, recortá-la em grandes partes e montar um quebra-cabeça.
  48. Modelar um boneco, observando os segmentos corporais.
  49. Confeccionar uma máscara com todos os elementos da cabeça.
  50. Colocar a mãe no papel, desenhar seu contorno e complementar com os respectivos detalhes (unhas, ruguinhas das articulações, etc).
  51. Idem com os pés.
  52. Identificar graficamente pessoas de frente, de costas e de perfil, nomeando posições corretamente.
  53. Montar um boneco com arame chenil ou similar.
  54. Levantar um braço, depois uma perna do boneco de arame.
  55. Pintar em uma cena o que foi determinado como: o mais alto, o mais magro, o mais baixo, etc.
  56. Em um contorno facial, completar com olhos, lábios, etc.
  57. Associar vestimentas ao segmento corporal adequado.
  58. Associar brinquedos ao segmento corporal adequado.
  59. Associar objetos aos canais dos sentidos receptores. Ex: rádio com ouvidos, perfume com nariz, etc.
  60. Reconhecer a lateralidade corporal, nomeando esquerda e direita.
  61. Seguir labirintos, ora pela esquerda, ora pela direita, com colagens de grãos, papel amassado, etc.
  62. Desenhar a figura humana - comparar com o colega, observar se não esqueceu nenhum detalhe.

Fonte: Pra gente Importante Manual do Professor


    
    

terça-feira, 22 de novembro de 2011

BANHO DE SOL: TODA CRIANÇA PRECISA 


     Muito se fala da importância do sol para o desenvolvimento e crescimento dos beb~es, mas as mamães sabem o por quê desse hábito pouco lembrado por muitas famílias?
     Simples. O bebê recebe pelo leite materno a vitamina D, que fica inativa no organismo do pequeno. Para que essa vitamina se sintetize e proporcione a absorção do cálcio, o bebê precisa tomar banho de sol. São os raios solares que transformam a vitamina D inativa em ativa, conseguindo absorver melhor o cálcio, fundamental para o desenvolvimento e crescimento dos ossos. Portanto, o banho de sol deve ser diário, ou pelo menos três vezes na semana, e iniciado aos trinta dias de vida do bebê, mas não é em qualquer horário não! O sol tem que ser aquele da manhã, até as 10 horas, ou da tardezinha, depois das 16 horas. Os raios solares entre as dez da manhã e quatro da tarde são muito fortes e prejudiciais ao bebê. É importante ressaltar que não se deve passar protetor solar em bebês até seis meses de idade, pois a pele destes pequenos ainda é muito fina e sensível, podendo caudar irritação e alergia.
     Nos primeiros dias, o banho de sol deve durar de cinco a dez minutos, aumento gradativamente até um máximo de uma hora. O sol é para a saúde do seu filho e não para que ele fique bronzeadinho. Trajes para o banho de sol - Outro fator importante é a roupinha que o bebê deve usar ao fazer o banho de sol. A maior parte do corpo do bebê tem que estar disposta ao sol diretamente, sem qualquer obstáculo, mesmo sendo uma roupa bem fininha. Não esqueça o chapéu para proteger o rostinho do seu bebê. O banho de sol feito em casa também vale. Deixe o pequeno perto da janela em que o sol entre. Só não pode fechar o vidro. Os raios solares que sintetizam a vitamina D não passam pelo vidro.
     A falta de vitamina D na alimentação ou a inadequada exposição aos raios solares pode caudar raquitismo na criança, doença do tecido ósseo que ocorre durante a fase de crescimento, caracterizada por inadequada mineralização do osso por falta de vitamina D ativa. As manifestações iniciais podem ser irritabilidade, insônia e sudorese abundante no pescoço durante a amamentação. Mas a transpiração no pescoço pode ser normal já que em nosso país o calor é intenso. No Brasil, um país tropical, é difícil encontrar crianças com a doença raquitismo, mesmo em famílias com baixa condição sócio-econômica, já que o sol aparece quase o ano inteiro.
     A exposição ao sol com cuidado e proteção é essencial para o desenvolvimento e crescimento saudável do seu bebê.

Dicas
  •  Se levar o bebê para tomar o sol de tardezinha, leve um agasalho caso esfrie mais tarde. Bebê não é adulto. Portanto, nada de querer que ele pegue um bronze.
  • Na hora da exposição ao sol disponha sempre de um relógio para controlar o horário e o tempo. Hidratação é fundamental.
  • O leite materno é a melhor fonte de vitamina para o bebê até seis meses. Protetores solares não devem ser usados neste seis meses iniciais de vida.
Bruno Rodrigues

quarta-feira, 18 de maio de 2011

LEITURA DE SONS

1) LINHAS E SONS

Faixa Etária: a partir de 4 anos.

Local: sala de aula

Conceitos trabalhados: diferença entre os sons graves e agudos e treino vocal.

Tempo médio da atividade: 10 a 15 minutos

Materiais: folhas de papel para desenho e pincel atômico ou caneta hidrocor.

Desenvolvimento: O professor desenha em cada folha um tipo de linha. Exemplos:
     Em seguida, coloca as folhas no chão e, apontando para elas, faz com a voz a "leitura" de cada linha, sendo que o traço ascendente é um som que vai ficando mais agudo (fino). O traço descendente mais grave (grosso). No traço reto, o som não se altera, quer dizer, ele é contínuo, sempre igual.

Adaptações: Com crianças a partir de 5 anos, essa atividade pode ser desdobrada com a professora cantando qualquer uma das folhas e as crianças descobrindo qual a linha que foi utilizada.

Dicas:
  • Faça traços que ocupem a folha inteira com cores bem vivas.
  • Quando as crianças estiverem fazendo as primeiras leituras com facilidade, a professora poderá propor linhas mais longas, misturando cada vez mais sentidos diferentes.
2) EM FRENTE AO ESPELHO

Faixa Etária: a partir de 4 anos.

Local: dentro da sala ou no pátio.

Conceitos Trabalhados: criatividade e atenção.

Tempo médio da atividade: 15 minutos

Material: um bambolê para cada 3 crianças.

Desenvolvimento:
  • Divida a turma em grupos de três alunos. Duas crianças ficam uma de frente para a outra e a terceira segura o bambolê no sentido vertical, dando a impressão que as duas primeiras estão de frente para um espelho.
  • Uma das crianças que está em frente ao "espelho" deverá propor gestos e sons com a voz e a outra que está em frente a ela tentará imitá-la como se fosse o reflexo.
  • Ao sinal da professora, que deverá acontecer após dois minutos, aproximadamente, o trio faz um rodízio: quem segurava o bambolê passa a ser a imagem e quem era a imagem irá propor os movimentos e assim por iante.
Fonte: Gisele Cruz Revista Guia Prático para Professoras de Educação Infantil

terça-feira, 17 de maio de 2011

PARA O DIA DAS MÃES


RELEMBRANDO AS BRINCADEIRAS FOLCLÓRICAS

Objetivos:
Homenagear as mães;
Retomar algumas brincadeiras populares.

Faixa Etária: de 2 a 6 anos.
Esta é uma aula divertida, que irá promover a interação de mães e alunos no mês de maio. São atividades folclóricas que as mães, certamente, devem conhecer.

Desenvolvimento:
      Divida a turma em 5 grupos. Pode ser um evento coletivo (incluindo as turmas do Mini-Maternal, Maternal, Jardim I, Jardim II e Pré) ou você pode fazer só com a sua sala. Mesmo assim, procure dividir em grupos. Cada grupo ficará em uma sala ou espaço diferente.

     Prepare, então, cinco salas ou espaços para serem palcos das atividades sugeridas. Se for atividade com cadeiras, já deixe-as preparadas; se necessitar de aparelho de som, já deixe-o instalado naquele ambiente e assim por diante.

     Cada grupo começa em uma sala (ou outro espaço que for escolhido) já com tudo pronto para a brincadeira. Dê um sinal, pode ser com um apito, para marcar o início da atividade. Depois de um determinado tempo, que fica a seu critério, dê o sinal novamente e os grupos devem trocar de sala e, consequentemente, de brincadeira.

Veja quais podem ser as atividades:

  1. Cantar e pular corda. Todos vão declamando algumas parlendas ou músicas folclóricas enquanto pulam corda.
  2. Amarelinha. Pergunte para as mamães quais músicas elas ouviam e cantavam nessa brincadeira quando eram crianças. Peça para elas cantarem enquanto as crianças pulam amarelinha.
  3. Batata-quente. Todos da turma sentam no chão, em uma roda, e vão passando um objeto. Enquanto passam, a professora vai cantando músicas folclóricas, como "Fui morar em uma casinha". Quando ela parar de cantar, quem estiver com o objeto na mão, sai da brincadeira.
  4. Estátua. Coloque um CD bem animado e peça para as mamães e as crianças dançarem. Quando você pausar a música, todos devem fazer posição de estátua, ou seja, ficar imóveis.
  5. Brincadeira da cadeira. Para essa brincadeira, coloque CDs de músicas lentas e agitadas.
SUGESTÕES PARA DEIXAR A VINDA DAS MÃES À ESCOLA AINDA MAIS DIVERTIDA:
  • Antes de começar, deixe bem explicado que, assim que o sinal tocar, todos devem parar o que estão fazendo e partir para a próxima brincadeira. Isso ajuda a dar mais emoção a esse momento.
  • Para ficar bem organizado e para que os grupos não se percam, coloque etiquetas diferentes em cada um deles. Exemplos: turmas 1, 2, 3, 4 ,5 ou turma amarela, vermelha, verde, branca e azul.
  • Quando os grupos forem trocar de sala, peça para que organizem filas e que sigam canatando até o prósimo ambiente.
  • No final, depois que todos já passaram por todas as brincadeiras, você pode oferecer um belo café da manhã ou da tarde. Combine antes com as mães para que cada uma traga um lanche diferente.
  • Não deixe que cada atividade ultrapasse os vinte minutos, para que as crianças não se cansem e desistam de completar o circuito.
  • As crianças que não possuem mães, podem trazer avé, tia, madrinha ou outra pessoa muito querida por elas.
Fonte: Fábio Adriano Iuras Revista Guia Prático para Professoras de Educação Infantil.

domingo, 15 de maio de 2011

PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO CULTURAL



Objetivo: Trabalhar a importância da preservação dos monumentos históricos.
Habilidades trabalhadas: Observação e comparação.
Método: Oralidade sobre o tema e apresentação visual, Festival dos 3 minutos e Dramatização.

ATIVIDADE EM 4 PASSOS
PASSO 1: Numa roda de conversa, peça às crianças para falarem sobre igrejas, estátuas e monumentos que conheçam.

PASSO 2: Mostre para elas imagens de monumentos, alguns conservados e outros pichados, sujos e depredados (use transparências, jornais, revistas ou fotos). Peça-lhes para observar, relatar e comparar o que viram. Questione-os para aguçar a observação e comparação.

PASSO 3: FESTIVAL DOS 3 MINUTOS
Material: Papel sulfite, lápis de cor e giz de cera.
Desenvolvimento: forme grupos de 4 alunos. Cada aluno deve receber uma folha sulfite com um patrimônio impresso (igreja, estátua, museu, etc) para pintar. Sentados em círculo, os quatro alunos terão três minutos para pintar. Após esse tempo, cada um terá de passar o desenho para o colega da direita sucessivamente, até todos receberem o seu de volta. Promova então um debate sobre o prosuto final e pergunte se gostaram de ver como ficou o seu trabalho. Caso não tenham gostado, faça uma sensibilização sobre pichações e depredações.

PASSO 4: DRAMATIZAÇÃO
Material: Caixa de papelão, papel crepom, giz de cera ou tinta.
Desenvolvimento: Forme grupos de 4 alunos. Um será uma estátua, vestido com uma caixa de papelão (a cabeça, os braços e as pernas de fora). Os restantes representarão um vândalo (aquele que depreda) e um defensor do patrimônio. Oriente a dinâmica e, ao final, ofereça uma insígnia ao defensor do patrimônio histórico-cultural, dando-lhe os parabéns.

O QUE É PATRIMÔNIO HISTÓRICO CULTURAL?
Patrimônio etimologicamente significa "herança paterna", isto é, a riqueza que herdamos como cidadãos e que é transmitida de geração a geração. A Constituição da República Federativa do Brasil estabelece que o poder público, com a cooperação da comunidade, deve promover e proteger o "patrimônio cultural brasileiro". Esse patrimônio é constituído pelos bens materiais e imateriais que se referem à identidade da sociedade brasileira. São eles:
  • Formas de expressão;
  • Modos de criar, fazer, viver;
  • Criações científicas, artísticas e tecnológica;
  • Obras,  objetos, documentos, edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico-culturais;
  • Conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico, artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico. Os bens materiais incluem bens móveis (obras de arte ou artesanto); os bens imaterais compreendem a literatura e a música, a linguagem e os costumes; os locais de valor histórico, a arqueologia, as paisagens e as áreas de proteção ecológica da fauna e da flora.
  • A preservação do patrimônio cultural leva à conservação da memória de um povo, à identidade da nação.
Fonte: Maria de Jesus P. A. Minga Revista Guia Prático para Professoras de Educação Infantil

APRENDER E BRINCAR COM A MÚSICA

USANDO SAPATOS

Materiais: sapatos de diferentes solados.
Local: sala de música ou de aula.
Conceitos trabalhados: Criatividade e discriminação auditiva.
Faixa Etária: a partir de 3 anos.

Desenvolvimento:
  • Peça às crianças que tragam de casa sapatos de solados diferentes. Faça um aviso para os pais explicando o motivo. Ou ainda, providencie-os entre os funcionários da escola. Alguns exemplos: modelos masculinos, femininos, com e sem salto, tênis, sandálias, chinelos, etc.
  • Leve as crianças a perceberem quais sapatos têm sons parecidos e quais têm sons diferentes: mais grave, mais agudo, os que são mais silenciosos ou os que são mais barulhentos para andar.
  • Você pode demonstrar isso aos alunos batendo os sapatos no chão ou calçando-os e andando com eles pela sala.
  • Em seguida, crie com esses diferentes sons uma "composição musical" que pode servir de acompanhamento (como uma batucada) para uma canção já conhecida e cantada pelo grupo.
  • Ou então, com a orientação da professora, eles podem compor uma nova música com um acompanhamento também criado pelos alunos.
Dica: Procure não usar sapatos novos nesta aula. E fique de olho para não perder nenhum par.


INTERPRETAÇÃO POR DESENHOS

Desenvolvimento:
  • Peça para as crianças espalharem-se pelo chão, deixando-as muito à vontade.
  • Distribua para cada aluno lápis e giz de cera coloridos, preferencialmente suave.
  • Peça aos alunos para desenharem o que vier à cabeça, desde que seja sugerido pela música. Os registros funcionarão como uma interpretação daquela letra ou melodia. Eles podem inclusive fazer rabiscos, caso seja a compreensão que tiveram da canção.
  • Ao final, observe todos os desenhos e comente com os alunos.
  • Pergunte se gostaram da canção.
  • Em seguida, escolha uma música completamente diferente da primeira e peça para que, novamente, desenhem livremente. Observe a diferença entre o primeiro desenhos e o segundo.
  • Sugestão: Para o fundo musical você pode escolher música clássica ou ainda de relaxamento e meditação. Esse repertório consegue, ainda, acalmar as crianças.
  • Fonte: Gisele Cruz Revista Guia Prático para Professoras de Educação Infantil

sábado, 14 de maio de 2011

DESENVOLVIMENTO NA EDUCAÇÃO FÍSICA

CRIANÇAS DE 5 A 7 ANOS

      Segundo Le Boulch, "A forma de atividade psicomotora é a que mais convém no primeiro ano primário, compreendido entre os seis e sete anos". É o período em que a criança aprende a ler e descobre um novo mundo, repleto de atrações e de novas situações que contribuem para aumentar-lhe o poder imaginativo, concorrendo, assim, para o desenvolvimento de sua capacidade criadora.
     As atividades de correr, saltar, trepar e lançar são executadas, nesta fase, com maior desembaraço e segurança do que na anteior: saltar mais longe, lançar um objeto, exercícios de agilidade e destreza.  Exercícios em que predominam movimentos no espaço, especialmente jogos de correr e pegar, apresentam uma série de erros decorrentes da falta de habilidade ou por inexperiência da criança, devendo deste modo ser aplicados com amior frequência e evitando as atividades de eliminação. Outros exercícios naturais com bastões, cordas e demais objetos que possam colaborar e ampliar o campo detas atividades proporcionam a espontaneidade de movimentos que devem ser estimulados pelo profesor.

DESENVOLVIMENTO NA EDUCAÇÃO FÍSICA


CRIANÇAS DE 2 A 5 ANOS

        Nesta faixa etária, as aulas de Educação Física devem basear-se nas necessidades da criança, atendendo aos diversos aspectos naturais da vida ao ar livre, liberdade dos movimentos, ou seja, expansão de atividades espontâneas e criadoras. Nesta fase, as formas de atividades psicomotoras, que visam a aperfeiçoar a coordenação motora, o desenvolvimento da destreza e da flexibilidade, encontram maior indicação. O professor, seja de Educação Física ou não, tem nesta idade sobre a criança, um prestígio indiscutível que deve ser utilizado para canalizar-lhe todas as tendências. A prática de correr em terrenos limitados, os brinquedos cantados eos playgrounds serão particularmente úteis, bem como subir, transpor e saltar obstáculos, deslizar num banco inclinado, trepar em escadas, balançar-se numa barra, lançar a bola para cima, tornar a pegá-la após cair no solo, rodar o arco, equilibrar-se são formas de atividades necessárias à natureza infantil que devem ser aplicadas de preferência ao ar livre, em pleno contato com a natureza.

MOVIMENTOS ORGANIZADOS


CANTANDO E BATENDO PALMAS


CONCEITOS TRABALHADOS: o canto, a coordenação motora e o senso rítmico.

FAIXA ETÁRIA: 6 anos

LOCAL: pátio, ginásio de esportes ou sala de música.

DESENVOLVIMENTO: O professor canta a música "Marcha Soldado" com as crianças até elas memorizarem a letra. Em seguida, o professor deve continuar cantando a música, mas batendo palmas somente nos acentos tônicos das palavras (sílabas destacadas abaixo):

MARCHA SOLDADO
CABEÇA DE PAPEL
SE NÃO MARCHAR DIREITO
VAI PRESO PRO QUARTEL

O professor deve repetir as palmas até que as crianças percebam o que ele está fazendo. Então, os alunos também devem cantar e bater palmas nos momentos indicados pelo professor. Uma vez que as crianças já dominaram essa etapa, o professor deve substituir as batidas de palmas por outros movimentos. Veja a seguir:

CANTANDO E JOGANDO BOLA

MATERIAL: bola(s) de plástico que pule bem, mas seja leve.

DESENVOLVIMENTO: Cada criança receb sua própria bola para realizar a marcação. O grupo começa a cantar a música ao mesmo tempo, porém cada criança lança sua bola nas sílabas destacadas da música Marcha Soldado (pode ser contra o chão, contra a parede, etc)

Variações: A mesma atividade pode ser realizada com uma única bola. O grupo deve formar uma roda e o professor joga a bola no meio dela. Então, o professor joga a bola para uma criança na sílaba acentuada. O aluno que recebeu a bola devolve-a para o professor no acento seguinte e assim por diante até que todos os participantes tenham recebido e repassado a bola.

Dica: Outras variações podem ser criadas usando, em vez de bolas, outros movimentos e objetos. O importante é o professor ficar sempre atento aos acentos da música.

EXPLORANDO O UNIVERSO SONORO


ATIVIDADE 1: AO SOM DO TAMBOR ENCANTADO

DURAÇÃO: 30 minutos

LOCAL: sala sem cadeiras

FAIXA ETÁRIA: 3 a 4 anos

CONCEITOS TRABALHADOS: Acuidade auditiva, atenção, prontidão.

     Antes de iniciar essa atividade, veja o roteiro completo que a complementa. Ele inclui o aquecimento e o relaxamento. Agora vamos à atividade: os alunos deverão circular pela sala, daí a necessidade de ser um espaço sem cadeiras. Inicialmente, peça para eles variarem a forma de andar (com a ponta dos pés, com o calcanhar, etc), imaginando serem bonecos especiais, que só se movimentam ao som do "tambor encantado", instrumento tocado pelo professor. O professor vai variando a maneira de tocá-lo, ora rápido, ora lento, sons sincopados, como marcha, valsa, samba. A regra é que, quando o som parar, todos deverão virar estátuas e ao mesmo tempo ouvir o comando do professor, que pode ser: "agora eu vou contar de forma decrescente de 8 até 1 e todos deverão sentar em roda, ou em fila, ou no canto da sala, formar duplas, etc."

DESAFIOS PARA CRIANÇAS DE 5 A 6 ANOS: Com os maiores, este comandos podem ficar cada vez mais incrementados e pode-se ainda diminuir o tempo para a realização da tarefa.

O TAMBOR ENCANTADO PODE SER SUBSTITUÍDO POR PALMAS, OUTRO INSTRUMENTO MUSICAL OU POR UM OBJETO QUE PRODUZA UM SOM CLARO E PRECISO.

ALÉM DA ATIVIDADE

AQUECIMENTO ANTES DE INICIAR: Peça para os alunos deitarem no chão, de barriga para cima, com os braços ao longo do corpo, palma das mãos para baixo, de olhos fechados. Observe se eles deixam a boca entreaberta, sem pressionar os lábios.
Dica: As crianças são facilmente levadas para essa atividade quando o professor utiliza o jogo do faz de conta. Por exemplo: "Vamos fazer de conta que estamos deitados numa grama bem fofinha, numa manhã clara de verão, e os sol, devagarzinho, vai aquecendo o nosso corpo trazendo uma sensação gostosa. De repente, começamos a ouvir os sons do nosso corpo e os que estão a nossa volta..."

O SILÊNCIO: Para perceber os sons, primeiramente é preciso sentir e por quê não dizer "ouvir o silêncio". Percebam que quanto maior é o silêncio, mais sons conseguimos ouvir. Ouvimos a nossa respiração, os sons do nosso corpo e até aquele som que está fora da sala ou da escola.
  • Pode-se aqui explorar a região onde a escola está localizada. Se for na cidade, vamos perceber sons urbanos. Se for em uma região rural, vamos perceber os sons da natureza.
  • Como é o som da nossa respiração? Como o nosso coração está batendo agora, rápido ou devagar?
ACORDADNO AS MÃOS: Peça para os alunos se levantarem, primeiramente virando o corpo para o lado, depois levantando aos poucos e se espreguiçando. Então sugira que, sentados, acordem as mãos. Converse com eles: Vocês sabiam que as mãos falam? Como elas falam? Vamos mexer nossos dedinhos? Aplaudir? Esfregar uma mão na outra? Estalar os dedos? Bater as mãos no chão?

ACORDANDO OS PÉS: Eles também produzem sons? Que sons eles produzem? Sapatear, esfregar os pés no chão, bater os pés calçados no chão.

RELAXAMENTO PARA O FINAL: Todos de mãos dadas fazem um movimento para dentro da roda soltando o ar bem devagar. Em seguida, abrem a roda enchendo o pulmãozinho de ar. Repitam esse movimento algumas vezes.


Fonte: Sheila de Souza Ferreira Assumpção  Revista Guia Prático para Professoras de Educação Infantil

quarta-feira, 11 de maio de 2011

DE ONDE VEM O SOM?

                                               

ATIVIDADE 1: DIREÇÃO DO SOM E APRESENTAÇÃO DE DIFERENTES OBJETOS SONOROS

Local: espaço grande sem cadeiras

Faixa Etária: 5 a 6 anos

     O professor apresenta aos alunos uma bandeja com vários objetos sonoros como um bichinho de borracha que faz barulho ao apertá-lo, sinos, apitos, tambor feito de pote se sorvete percutido por uma colher, chocalhos feitos de lata de refrigerante, etc. Primeiramente o profesor deve dar um tempo para as crianças se familiarizarem com todos os sons desses instrumentos. Em seguida, o professor escolhe um objeto e caminha pela sala percutindo-o. De olhos fechados, os alunos deverão acompanhar o objeto apontando em sua direção.

Com crianças de 3 a 4 anos: Se for muito complicado para elas manterem os olhos fechados, pode-se escolher um grupo voluntário que de olhos fechados fará a atividade para que as outras crianças o observem.

Desdobramentos:
  • Com as crianças maiores o professor incluirá mais um objeto e escolherá dois voluntários que caminharão em sentidos diferentes pela sala percutindo os objetos. Os alunos que estão de olhos fechados acompanharão com uma mão (direita) um som e com a outra (esquerda) outro som.
  • Pode-se ainda dividir a sala em dois grupos e determinar que um deles caminhe em direção ao tambor, por exemplo, e o outro grupo siga o som do chocalho.
  • Caça ao Tesouro: O tesouro escondido deverá ser descoberto por um aluno. De olhos vendados, ele seguirá o comando do maestro, que o conduzirá até o tesouro. Os comandos do Maestro:
  • Bater palmas = ir para frente
  • Esfregar as mãos= ir para trás
  • Estalar os dedos= ir para a direita
  • Bater pés no chão=ir para a esquerda. Pode-se substituir os sons corporais por instrumentos musicais.
ATIVIDADE 2: QUAL FOI A ORDEM DOS SONS?

Faixa Etária: 5 a 6 anos

Desenvolvimento: Nesta atividade, o professor deve emitir dois sons diferentes, com ou sem instrumentos. Em seguida, ele deve fazer uma pergunta como: em qual das vezes vocês escutaram o som de esfregar as mãos. Na primeira ou na segunda vez? Combine com as crianças o tipo de resposta a ser dada. Se a resposta for:
  • Na primeira vez elas devem mostrar o cartão vermelho;
  • Na segunda vez mostram o cartão verde.
Desdobramento: "ORDENAR OS SONS"
     O professor explicará para as crianças que neste jogo elas ouvirão três sons de cada vez, tocados um após o outro pelo professor, fora do alcance visual. Os sons poder]ap ser produzidos com a boca, com as mãos ou com os pés ou ainda com objetos sonoros. Em seguida elas deverão:
  1. Repetir os sons ouvidos, na mesma ordem em que foram produzidos.
  2. Dizer oralmente qual o som que foi produzido em primeiro, no meio ou ao final.
Dica: Com os menores pode-se fazer a atividade com apenas dois sons. Já com os maiores, pode-se ir, gradualmente, acrescentando mais sons.

Fonte: Sheila de Souza Ferreira Assunção. Revista: Guia Prático para Professoras de Educação Infantil

BRINCANDO COM PETECAS DE JORNAL

   

  Neste projeto, o objetivo principal é trabalhar o tônus muscular. Isso pode ser feito propondo que a criança participe da "construção" de um brinquedo, atividade que se transformará num jogo psicomotor como você verá abaixo.

Material: Giz de cera, folha de jornal (meia folha para cada criança) e fita adesiva.

Condutas trabalhadas: tônus muscular, motricidade fina, organização espacial no papel, coordenação motora global e equilibrio (na hora do jogo).

Desenvolvimento:
Fase I
  1. Cada criança recebe uma "meia folha" de jornal e vai pintá-la com giz de cera de várias cores até que o papel fique bem colorido.
  2. Uma folha de jornal dupla é distribuída para cada criança, que deve amassá-la até formar uma bola de papel.
  3. A bola de papel deve ser colocada no meio da folha pintada. Esta última envolve a bola, fechando o jornal, até formar uma peteca.
  4. Por último, a criança ou a professora irá fechar esta peteca com fita adesiva.
Fase II
     Com a peteca pronta podemos criar um jogo recreativo com movimentações motoras: primeiro cada criança lança a peteca para cima e a pega sem cair no chão. O brinquedo deve ser lançado com a mão direita, depois com a esquerda. Num segundo momento, os alunos foram duplas, e jogam um para o outro. A professora pode auxiliar inventando novas movimentações e deixando que a própria criança invente as suas.

Olhar psicomotor... A tonicidade da criança pode ser observada enquanto ela trabalha com o giz de cera, amassa o papel jornal e joga a peteca. Já a motricidade fina e a noção espacial são exigidas quando o aluno utiliza a folha de papel para a confecção do desenho.

Dica
     Professora, transforme esta construção em uma aula movimentada e observe as condutas psicomotoras que achar importante, entre elas: a coordenação motora global, o equilíbrio, a sociabilização e a agilidade.

                                                   

                                                  

Fonte: Guia prático para professoras de Educação Infantil

terça-feira, 3 de maio de 2011

INSTRUMENTOS MUSICAIS


 OBJETIVO: Aprender o nome e a aparência de instrumentos musicais.

MATERIAIS:  Cartões para pendurar no pescoço com figuras dos instrumentos, um para cada aluno.


Esta criativa atividade combina teatro e aula de música. A professora coordena uma missão muito divertida:

  1. A professora explica aos alunos: "Recebemos um convite para uma festa muito importante, onde seremos convidados a tocar nossos instrumentos".
  2. Cada criança deve escolher, então, o cartão com o instrumento musical que desejar e pendurar no pescoço.
  3. A professora continua: "Para chegar lá, vamos todos de carro e a turma decide quem será o motorista".
  4. A criança escolhida finge guiar o carro, e todos sentam atrás dela.
  5. "Aqui no carro, vamos percorrer o caminho felizes a cantar!". A professora propõe uma música para todos irem cantando.
  6. "Ao chegarmos, cumprimentamos as pessoas, comemos (nhã, nhã, nhã), bebemos ( glub. glub. glub), conversamos (blá, blá, blá) e tocamos nossos instrumentos imaginários". As crianças devem fingir que tocam seus respectivos instrumentos. Oriente-os a como fazer isso (porque eles podem não saber como imitar).
  7. Após a festa, reúna os alunos para explorar a deliciosa aventura. Peça para eles contarem: "Hoje fomos a uma festa e lá tinha um enorme piano" (que é o instrumento pendurado no pescoço de quem começou a contar), mas não tinha pandeiro" - este instrumento está pendurado no pescoço de outra criança e ela continua "Pandeiro tinha, o que não tinha era o violino" (este instrumento está pendurado no pescoço de outra criança). E assim sucessivamente, até todos falarem o seu instrumento.
 DICAS DE INTRUMENTOS PARA OS CARTÕES:  pandeiro, tambor, piano, flauta, violão, viola, violino, saxofone, gaita, sanfona, bateira, cavaquinho, guitarra, etc.

OLHAR CIDADÃO NA ATIVIDADE

Na brincadeira A Festa, pode-se incluir lições sutis de cidadania. Por exemplo, ao entrar no carro de mentirinha, a professora pode orientar : "Primeiro, colocamos o cinto de segurança". Durante o percurso, o aluno motorista deve parar no sinal vermelho, deixar pedestres passarem, etc. Ao chegar à festa, estimule-os a cumprimentar os outros convidados de maneira educada: "Olá, tudo bem?", "Como vai?", "Que linda festa!".


Por Meire Antoniassi Noronha Revista Guia Prático para professoras de Educação Infantil.

PERCEPÇÃO AUDITIVA




Justificativa: Perceber os sons que nos rodeiam é essencial para a percepção do mundo tão visual em que estamos vivendo. Somos capazes de, ao escuta o barulho de um avião, chamar a atenção das crianças dizendo: "Olha o avião", ao contrário de "Escute o avião!". Trabalhar a percepção auditiva como um jogo irá resultar na otimização da escuta, tão essencial no processo educacional.



ATIVIDADE 1: CONTE O QUE OUVIU

Estimule as crianças a direcionarem a atenção auditiva para toda produção sonora que ocorre à sua volta. Elas precisam estar em silêncio para perceber auditivamente os sons da rua, dos automóveis, das buzinas, ou ainda, todo som produzido na escola, fora da sala de aula. Ao sinal do professor, cada criança, verbalizará o que ouviu.



ATIVIDADE 2: RECONHECIMENTO SONORO

Uma criança será escolhida para ter os olhos vendados. Ela deverá identificar verbalmente os sons que ouvir. O professor inicia produzindo sons diferentes: estalando os dedos, espirrando, tossindo, arrastando cadeira, batendo os pés, etc. O aluno com os olhos vendados deve identificar esses sons. Depois, cada um dos alunos deverá passar pela mesma situação.
Variação: Eleja uma palavra, frase ou canção que será reproduzida individualmente por cada criança. Em seguida, o aluno com os olhos vendados ouvirá um dos colegas reproduzindo-a e identificará quem é pelo nome.



ATIVIDADE 3: VOZ E EXPRESSÃO

Peça para os alunos relacionarem a voz com variadas formas de expressão (facial e corporal), falando uma frase como: "Oi!Tudo bem?". Peça para eles imaginarem como ficaria essa frase se quem a pronunciou estivesse apavorado, com sono, triste, feliz, etc. O resultado será uma grande e curiosa produção sonora.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

AULAS DO MATERNAL AO PRÉ

CONHECENDO OS RITMOS

OBJETIVOS: Trabalhar as noções rítmicas, a percepção auditiva e a sociabilização.

Faixa Etária:  3 a 5 anos.

Desenvolvimento:
Passo 1. Prepare alguns CDs com ritmos diferentes, entre les, axé, rock, samba, clássico, anos 60, etc. Comunique aos launos que vocês promoverão um grande concurso de dança, primeiramente com os meninos e depois só com as meninas. Prefira um espaço bem grande. Separe os dois grupos e escolha (pode ser no dado) um para começar. Solte o primeiro ritmo e deixe as crianças do primeiro grupo dançarem por alguns instantes. Então, troque o ritmo da música. A outra turma deve ficar sentada observando se dançam bem e quem dança melhor naquele grupo. Assim que terminarem todos os ritmos que você selecionou para essa aula, é a vez dos outros alunos se apresentarem e aqueles que já dançaram devem apenas observar. Eles podem dar notas e eleger um menino e uma menina vencedores.

Passo 2. Coloque-os agora sentados e pergunte de qual ritmo mais gostaram e por quê. Em seguida, pergunte se eles sabem  dizer os instrumentos usados em cada um dos ritmos.

Observação: Se houver alguma criança que não queria brincar, não a force, ela pode apenas observar e participar da pontuação dos dançarinos. Conforme os coleguinhas forem se soltando, pergunte a ela se não quer mesmo participar do oncurso. O intuito é que ela participe da aula e das discussões.

Por Fábio Adriano Iuras Revista Guia Prático  para professoras de Educação Infantil.


MÚSICA PARA OS MENORES

Objetivos: Sociabilização.

Faixa Etária: Berçário e Maternal

Desenvolvimento: Os pequenos também podem participar das aulas de música. Separe algumas canções para cantar com eles. Meu pintinho amarelinho, o sapa não lava o pé, entre outras. O interessante é levar um bichinho específico para cada música, ou seja, o bichinho que é abordado e sobre o qual eles estão ouvindo. Primeiramente, cante uma ou duas vezes para que os pequenos ouçam e entendam o que fala a canção. Depois, mostre o bichinho e vá passando-o pelas mãos de todos os alunos, enquanto continua a cantar. Faça também os gestos que fazem esses animaizinhos e gesticule conforme manda a letra da música. Termine a aula colocando uma música suave para eles escutarem e coloque-os deitados com uma bolinha macia nas mão. Ou então, com o próprio bichinho usado na aula, faça carinho nas crianças.

Por Fábio Adriano Iuras Revista Guia Prático para professoras de Educação Infantil.

JOGOS EM RODA



JOGO DO ESTACIONAMENTO

Conceitos trabalhados: Pulsação, deslocamento espacial e atenção.

Local: Sala com espaço livre ou pátio.

Material: Aparelho de som.

Tempo médio: 10 minutos

Desenvolvimento: Sorteiam-se algumas crianças (aproximadamente 1/4 do grupo) para serem os motoristas. O restante forma em volta deles o muro do estacionamento ( a roda fechada de mãos dadas). Uma criança se encarrega do aparelho de som, parando e retomando a gravação. Ao iniciar-se a música, o estacionamento se abre (roda com mãos soltas), e os motoristas se deslocam passando pelo meio da roda, em volta dela e fazendo zigue zague, sempre andando de acordo com a pulsação. Quando a música pára, o estacionamento se fecha, "prendendo" os que estiverem do lado de dentro. Não é permitido "furar" (passando por baixo do muro) ou correr para sair. As crianças presas ficam uma vez sem jogar.

Por Ana Vieira. Revista Guia prático para professoras de Educação Infantil 



 
BURACO DO SILÊNCIO

Conceitos trabalhados: Pulsação, repertório, atenção.

Local: Sala fechada.

Material necessário: Um bambolê ou objeto similar.

Tempo médio: 10 minutos.

Desenvolvimento: Sorteia-se um assistente. este deverá escolher, dentre as músicas do repertótio, qual será cantada pelo grupo. O grupo forma uma roda (todos sentados) com um bambolê no meio, marcando o "buraco do silêncio". Todos cantam, marcando levemente a pulsação nos joelhos. O assistente anda em volta do bambolê. Quando ele entrar no "buraco", o grupo deve parar de cantar. Quando sair do buraco, o grupo deve continuar cantando.


Por Ana Vieira. Revista Guia prático para professoras de Educação Infantil