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Escola De Educação Infantil Vovó Esther
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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

RESPIRAR PELA BOCA TRAZ RISCOS AO NENÊ

          A respiração nasal é fundamental para o desenvolvimento da criança. Esse tipo de respiração deve continuar até o final da vida. Entretanto, algumas interferências surgem, fazendo com que a criança encontre dificuldade de respirar pelo nariz. Daí, passa a respirar somente pela boca. Tais interferências podem ser relacionadas à falta de amamentação no peito, hábitos orais inadequados (chupetas, mamadeiras, sugar dedo), aumento de adenóides e amídalas, processos alérgicos e desvio de septo.
          Essa mudança da respiração pode parecer muito boba, mas não é, merece muita atenção. O nariz tem a finalidade de filtrar, umedecer e aquecer o ar inspirado que seguirá para os pulmões. As consequências da respiração oral são prejudiciais, principalmente com o passar dos anos. A troca da respiração nasal pela oral traz sérios prejuízos à formação do bebê, explica a fonoaudióloga Jamile Elias. "Respirar pela boca altera a função muscular. Os músculos da face tornam-se flácidos e a boca fica mais facilmente aberta. Essa flacidez faz com que ela respire ainda mais pela boca, não tendo força para mastigar alimentos mais sólidos. A respiração oral altera a mastigação, deglutição e sucção, e provoca modificações na arcada dentária como queixo para trás, céu da boca estreito e profundo, além de má formação da arcada", revela a profissional.
          Em casos mais graves, o hábito de respirar pela pode modificar, inclusive, a face, de modo que o rostinho fique alongado e com a fisionomia triste. Posteriormente, a alteração muscular começa a atingir a postura corporal, podendo deixar os ombros caídos para frente, problemas na coluna e joelhos para dentro. "Como o ar não é filtrado, umedecido e aquecido, infecções como amigdalites, otites, rinites e sinusites são frequentes. Aumenta também as crises de cefaléias (dores de cabeça) e, quando adulto, ela poderá apresentar a Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono, que são as pessoas que ficam um tempo sem respirar enquanto roncam durante o sono", completou Jamile Elias.
 
Má respiração pode afetar os estudos
          A respiração feita somente via oral compromete a educação na infância. A criança tenderá a ficar cansada em suas brincadeiras e em atividades físicas. Na fase da alfabetização, ela poderá sofrer dificuldade em manter a atenção, por consequência, ficará mais agitada e até mesmo agressiva com os colegas, pois terá mais dificuldade em se concentrar. Para descobrir se seu filho apresenta problemas de respiração, Jamile Elias dá algumas recomendações importantes. "Fique atenta se seu filho dorme com a boca aberta, ronca, baba durante o sono e tem pesadelos frequentes. Outros indícios de que a respiração está sendo feita de forma inadequada estão ligados ao sono agitado, olheiras, diminuição de olfato e paladar, sonolência ou agitado durante o dia, assim como dificuldade de aprendizagem ou desconcentração", revelou.
          O diagnóstico acertado e o tratamento precoce podem auxiliar muito na segurança que a criança vai apresentar diante de todos os aprendizados futuros, podendo gerar a reversão de dificuldades e de indisciplina se já instalados. Prevenir ainda é o melhor "remédio". Quanto antes o diagnóstico for realizado, menor osprejuízos para a criança.

Fonte: Bruno Thadeu. Revista Crescer.

MEU FILHO AINDA NÃO FALA. O QUE FAÇO?


         
 
 
 
Uma criança não é igual a outra e isso vale para os irmãos também. As mamães tem a mania de comparar seu filho com a criança da vizinha. Cada criança tem seu tempo e desenvolvimento próprio. E isso vale para o início do desenvolvimento da fala. Claro que se tem um tempo esperado para tudo. A criança pode iniciar as primeiras palavrinhas com nove meses ou um ano e meioça que com dois anos não fala absolutamente nada necessita de avaliação fonoaudiológica e médica. Mas por que ocorre esse atraso na fala? São várias as razões, sendo que os maiores culpados são os próprios pais, que em muitas vezes excedem no momo à criança, inibindo a evolução natural do pequeno.
        Desde a barriga da mamãe, o bebê já tem condições de ouvir. Então, falar com o bebê mesmo que este se encontre dentro da barriga da mamãe já é um bom começo para o desenvolvimento da fala. Para falar, o bebê precisa ouvir bem. Se há uma deficiência auditiva, o som que chega para o bebê é distorcido ou, se for uma deficiência auditiva profunda, o bebê nem ouve e por isso tem dificuldades de desenvolver a fala. Desde o nascimento, preste atenção na audição do seu bebê, verifique se ele se assusta com algum barulho repentino, como uma batida de porta ou alguém que entra falando alto no seu quarto. Quando mais velho, faça algum barulho na lateral da criança e veja se a criança tenta procurar de onde vem o barulho ou o chame, sussurando, pelo nnome para que ele a procure. Caso sinta que seu queridinho não ouve direito, procure um pediatra. Se o bebê chora sem motivo, pode ser dor de ouvido. Certifique-se levando o pequeno no pediatra. Infecções repetidas de ouvido podem levar a uma baixa na audição. atrasando o início da fala.
 
Proteção em excesso pode atrapalhar a fala - Outro fator de atraso no desenvolvimento da fala é o ambiente. Uma criança que convive na maior parte do seu tempo com adulto e esses adultos fazem tudo para a criança sem que ela precise pedir, como pegar um copo de água quando a criança aponta para o filtro, não tem necessidade de falar. Os pais precisam entender a seguinte lição: a criança precisa sentir necessidade de falar. É um processo novo e difícil para a criança. Se ela aponta e tem o quer na mão, sempre usará dessa atitude para conseguir o seu desejo e não será forçada a falar.
 
Escolinha ajuda, e muito, no processo de fala - O convívio com outras crianças como numa escolinha, faz com que a criança tenha que falar para que não seja "esquecida". Se ela não se impuser, não vai conseguir muita coisa. E a estimulação de fala e linguagem que a criança terá com o convívio com outras crianças será imensa.
 
          Outros fatores que podem atrasar o início da fala são as alterações neurológicas e anatômicas como a Paralisia Cerebral, Síndrome de Down e Fissuras lábio-palatinas (lábio leporino). Nesses casos, conversas com o pediatra e outros profissionais devem ser realizadas para que a conduta e a estimulação dessas crianças sejam orientadas o mais precocemente possível. Mudanças repentinas podem atrasar ou mesmo fazer com que a fala regrida. A chegada de um irmãozinho ou a separação dos pais podem ser alguns dos motios. Tente detectar o motivo da alteração emocional daquele momento e procure deixae seu filho seguro do amor que os pais tem por ele.
          Em caso de dúvidas sobre o desenvolvimento da fala de seu filho, procure o pediatra ou o fonoaudiólogo para uma avaliação.
 
Dicas
  • Converse muito com seu bebê, principalmente, olhando para ele. Assim poderá ver os movimentos que a mamãe faz com aboca e as expressões de seu rosto, importantes para a comunicação.
  • Na fase de desenvolvimento da fala, não fale em diminutivos e nem como uma "tiancinha" (criancinha). Além de ser algo super chato, falar com jeitinho  dificulta o entendimento da criança que ainda não sabe qual o som corrteo das palavras.
  • Nomeie tudo para a criança. A hora do banho é ideal para o pequeno conhecer as partes do corpo com as perguntas: "Onde está o pé? E o cabelo? E os olhos?". Ou então: qual é a cor da maçã?
Fonte: Bruno Rodrigues. Revista Crescer.

quarta-feira, 14 de março de 2012

O DESENVOLVIMENTO DA FALA

Quando as crianças começam a ensaiar as palavras, o diálogo com elas fica muito mais gostoso e animado.

     É preciso estímulo e paciência, pois o aprendizado das crianças, dos sons simples até as frases completas com argumentação coerente, demora cerca de quatro anos. Tire as dúvidas sobre esse processo e saiba como incentivar seu filho.

Como o bebê aprende a falar?

     Ouvindo conversas, tentando imitar os sons, praticando e dando significado a cada palavra. Por isso, não é aconselhável conversar de forma infantilizada com a criança, pois ela ficará sem referência do que é correto. Também não é o caso de corrigí-la a cada tropeço. Basta repetir o que foi dito do jeito certo.

De que forma evolui a fala?

     Entre dois e quatro meses, o bebê pronuncia sons guturais. Lá pelo oitavo mês, é capaz de dizer sílabas simples, que só exigem a movimentação dos lábios, como "ma" e "pa". Com cerca de dez meses, essas sílabas se tornam mais elaboradas e ganham significado: paá é a comida, por exemplo. Por volta de um ano e meio, surgem pequenas frases com duas ou até três palavras. Aos três anos, a criança consegue manter uma conversação. Seu vocabulário pode alcançar cerca de novecentas palavras.

Que estímulos são bons?
     
     O principal é conversar muito com o bebê desde o nascimento. Ler livros para as crianças também é muito importante. As historinhas, além do estímulo que representam à imaginação, aumentam o vocabulário e a curiosidade sobre a linguagem. Cantar é outro bom estímulo. Leva a criança a perceber as sílabas, o ritmo e a entonação das palavras.

E se a criança demora a falar?

     Se ela não diz nenhuma palavra até os dois anos, talvez exista algo errado. Um especialista poderá analisar se o problema é apenas físico ou se indica falhas na audição ou nos processos cognitivos do cérebro. Quanto mais rápido for feito o diagnóstico, menores serão os prejuízos para a comunicação.

Autora do texto: Mônica Brandão  Revista Crescer.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

MEU FILHO PRECISA DE CARINHO E NÃO DE SUPERPROTEÇÃO

MEU FILHO PRECISA DE CARINHO E NÃO DE SUPERPROTEÇÃO

     Proteger os filhos é obriação dos pais, mas quando essa proteção se torna excessiva, às vezes doentia, o desenvolvimento e crescimento dos pequenos podem ser seriamente comprometidos, mesmo que os pais não consigam enxergar. Não deixar a criança ir ao chão para brincar em um lugar sujo é bem diferente de não deixar a criança engatinhar na sala de casa ou da madrinha. Um lugar sujo pode transmitir doenças para seu filho e os pais têm obrigação de o proteger, mas o chão da casa de quem se conhece não é proteção e sim uma proibição de que a criança explore o ambiente e se desenvolva motora e cognitivamente.
     Pais que tiveram seus filhos com idade mais avançada, com filhos temporãos, que tiveram alguma dificuldade com gravidez ou parto ou que trabalham excessivamente são pais mais propensos a suproteger seus filhos. Os pais superprotetores pensam que estão fazendo tudo de melhor para a sua criança e é claro que não querem o mal dos filhos, mas acabam facilitando demais a vida dos pequenos quando fazem tudo por ele ou o privam de alguma situação que acham perigosa.
     Alguns "sintomas" são facilmente notados por quem recebe blindagem excessiva dos pais. A criança que demora a andar, já que os pais não a colocam no chão para estimulá-la com medo de que caia e se machuque ou receosa de que ela leve a mão á boca depois que a colocou no chão. A criança "preguiçosa" para falar também pode ser consequência de superproteção: o pequeno mal aponta para a jarra de água e o copo com água já está na mão. A criança nem teve tempo de tentar falar e o que qeuria já estava na mão.
     Tem como quebrar essa redoma? Mudanças são sempre difíceis e é só pensar em nós, adultos. Mesmo querendo mudar de casa nosso coração aperta ao deixar um pedacinho da nossa vida na casa que ficou para trás. A criança também. Andar e falar são mudanças difíceis, e se os pais fizerem tudo por ela ficará mais fácil e não precisará enfrentar as dificuldades como a frustação de cair ao tentar andar e falar errado e não ser entendida. Sabe aquela coisa do "só aprendendo errando"? Com essa atitude superprotetora, os pais vão educando filhos que só pensam so seu próprio umbigo e vontades, sentindo-se o centro do mundo. Além disso, não há quem aguente uma criancinha mimada, com exceção dos pais e das sempre "doces" avós.
     "Hoje é difícil um não e ter paciência com o crescimento dos filhos. Muitas vezes, é mais simples interferir para resolver um problema do que permitir que a criança o analise por inteiro e demonstre suas condições de transpô-lo", relata a psicóloga Marlucia Pessoa.
     Caso algo não aconteça do jeito que essa criança quer, ela chora e recua, não conseguindo enfrentar os desafios sem ao menos tentar a possibilidade de desafiar e viver novas possibilidades. Assim, as crianças tendem a crescer tiranas com os pais, avpos e babás e tentam ser assim com as professoras e amiguinhos, mostrando a dificuldade de se relacionar e enfrentar os obstáculos longe das rédeas dos pais. A criança pode se tornar um adulto mimado, o que se torna mais desagradável ainda. Ocorre que na fase adulta nem sempre pai e mãe poderão resolver as situações mais embaraçosas.

Dicas
     Manter seu filho sob sua vigilância 100% do tempo é motivo para que se torne um adulto inseguro.

     Não faça todas as vontades de seu filho só porque não tem muito tempo com ele. Qualidade é melhor do que quantidade de tempo. Um passeio "da Hora" em parques ou praias pode valer mais do que um videogame novo.

     Use o bom senso e o equilíbrio. Se tiver alguma dúvida, consulte um especialista.

Fonte: Bruno Rodrigues



terça-feira, 24 de maio de 2011

DICAS PARA TIRAR A CHUPETA





Com carinho, incentive a criança a se desligar de seus "primeiros objetos de estimação".

     Na Educação Infantil, algumas crianças de 4, 5 ou 6 anos ainda levam para a escola a mamadeira, a chupeta ou um objeto de estimação, como um bichinho de pelúcia. E as professoras, muitas vezes, não sabem como lidar com essa situação. Proibir a criança de levá-los? Conversar com os pais? Simplesmente ignorar? O primeiro esclarecimento em relação a esse assunto é: cada um cresce e adquire independência em um ritmo próprio. Isso não quer dizer que não haja certos padrões, apenas que não se deve entender como um problema aquilo que é diferente da maioria. "O desenvolvimento emocional é complexo, e não linear. A criança passa por altos e baixos, tem momentos de angústia e de insegurança", aponta Wadad Ali Hamad Leôncio, psicoterapeuta psicanalística. "Quando se sente frustada, pode recorrer a um desses objetos, que para ela funcionam como símbolos de segurança e de continuidade", explica, citando exemplos de situações delicadas, como início das aulas, mudança de escola, separação dos pais, entre outras. Wadad ressalta que há crianças que aceitam aos 2 ou 3 anos largar esses objetos, que lhe são preciosos na transição entre a total dependência da mãe e o começo da autonomia. Mas que há outras que precisam de mais tempo, geralmente por sua menor capacidade de tolerar frustações. E, como um dos papéis da escola é estimular os pequenos a se tornarem pesoas autônomas, os processos de transição mais lentos podem receber atenção especial. "De maneira acolhedora, a professora pode ajudar a criança a ir aos poucos se desligando do objeto", sugere Wadad, que traz outras dicas de como proceder nesses casos, descritas a seguir.

Ficha descritiva
     Fornecer uma ficha para que os pais ou responsáveis pelo aluno descrevam seu histórico. Isso pode auxiliar muito a escola a compreender esse tipo de comportamento. A ficha pode conter informações como: qual a relação que a criança tem com a mãe; se demorou a parar de mamar; se a família  está passando por algum conflito etc. Sobre esse objeto de estimação, especificamente, pode haver perguntas do tipo: quando a criança usa/segura o objeto?; quais as características mais marcantes da personalidade da criança?.
     Com essas informações, fica mais fácil de entender se o aluno precisa, apenas, de estímulo para deixar o objeto de lado, e abraçar sua fase de conquista da autonomia; ou se há outras questões mais sérias em jogo, como um constexto familiar conflituoso. neste caso, incentivar a criança a se desligar de seu objeto querido pode fazê-la a sentir-se acuada.

Encoraje a criança

     Quando um aluno chegar à escola com se objeto de estimação, procure ser acolhedora. "Algumas vezes, a criança quer testar se a professora irá aceitá-la como a sua mãe o aceita, o que significa também defender seu objeto", observa Wadad. Uma vez com a sua confiança ganha, é possível encorajar melhor a criança a tomar no copo, largar a chupeta ou o cobertorzinho. Veja exemplos: No caso de um bichinho de pelúcia: Este é seu amiguinho? Qual é o nome dele? ( em um primeiro contato). Agora vamos brincar na quadra. Você não quer deixar seu amigo um pouquinho na sua mochila? (conforme se sentir mais próxima da criança).
     Assim, a tendência é que a criança vá ganhando autonomia e nem sinta mais a necessidade de carregar o objeto. No caso da chupeta e da mamadeira, existem formas de aceitá-las e, ao mesmo tempo, não incentivar o seu uso. peça para a criança tirar um pouco a chupeta para que você possa entender o que ela diz mais claramente. Ou tente oferecer o copo: "Vamos tentar beber no copinho desta vez"?

Como é bom crescer!
     Transmitindo esse recado direta e indiretamente para os alunos, você estará ajudando-os a viver cada fase de sua infância mais intensamente, caminhando para o fututro. De que maneira fazer isso? Ressaltando o quanto é bom já conseguir fazer coisas que antes eles não conseguiam, como aprender a ler e a escrever, ver filmes, etc. Ou seja, mostre que crescer é conquistar quase que diariamente um novo passo.

Fonte: Revista Guia Prático para Professoras de Educação Infantil

sábado, 14 de maio de 2011

DESENVOLVIMENTO NA EDUCAÇÃO FÍSICA


CRIANÇAS DE 2 A 5 ANOS

        Nesta faixa etária, as aulas de Educação Física devem basear-se nas necessidades da criança, atendendo aos diversos aspectos naturais da vida ao ar livre, liberdade dos movimentos, ou seja, expansão de atividades espontâneas e criadoras. Nesta fase, as formas de atividades psicomotoras, que visam a aperfeiçoar a coordenação motora, o desenvolvimento da destreza e da flexibilidade, encontram maior indicação. O professor, seja de Educação Física ou não, tem nesta idade sobre a criança, um prestígio indiscutível que deve ser utilizado para canalizar-lhe todas as tendências. A prática de correr em terrenos limitados, os brinquedos cantados eos playgrounds serão particularmente úteis, bem como subir, transpor e saltar obstáculos, deslizar num banco inclinado, trepar em escadas, balançar-se numa barra, lançar a bola para cima, tornar a pegá-la após cair no solo, rodar o arco, equilibrar-se são formas de atividades necessárias à natureza infantil que devem ser aplicadas de preferência ao ar livre, em pleno contato com a natureza.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

A CRIANÇA DE 5 ANOS



A CRIANÇA DE 5 ANOS

PROCESSOS DE DESENVOLVIMENTO INFANTIL

  • Segura corretamente um lápis;
  • Sabe vestor-se sozinha;
  • Está aprendendo a dar laços;
  • Copia um quadrado, um triângulo e até um losango;
  • Desenha com segurança;
  • Tem domínio muscular no manejo de ferramentas simples e em tais atividades como jogos de exncaixe, recortes, etc.
  • O vocabulário atinge cerca de duas mil e duzentas palavras, define objetos de acordo com sua função;
  • Percebe detalhes;
  • Fala com articulação correta, é capaz de expressar-se com frases certas e complexas;
  • Aprende com facilidade, através de situações concretas, devido a grande curiosidade que sente por tudo que a cerca;
  • Aumenta consideravelmente o período de tempo em que é capaz de concentrar-se;
  • Apresenta um interesse ilimitado por histórias verdadeiras de outros povos, da natureza, etc.
  • É capaz de repetir trechos de uma história em sequencia;
  • Vive grande parte do seu dia em um mundo imaginário, quer saber de que são feitas as coisas, para que servem, como funcionam;
  • Torna-se um pequeno cientista que tudo investiga e verifica, formando seus próprios conceitos;
  • Tem boa memória;
  • Pode contar até dez objetos, faz soma simples, desde que concretizadas;
  • É destruidora, mas em geral, esta destruição é provocada pela curiosidade;
  • Tem grande interesse pelo calendário (dia-mês-ano);
  • É capaz de faze rpequenos planejamentos;
  • Gosta de colecionar coisa;
  • Gosta de escolher dente uma grande variedade de materiais;
  • Interessa-se muito por jogos associativos aos individuais, participando de grupos de dois a cinco companheiros imaginários;
  • É muito sociável, mas as amizades variam;
  • Surgem conflitos, pois já aprendeu a ceder a vez e cooperar;
  • Gosta de se sentir útil; gosta de ajudar em diversas atividades como varrer a casa, lavar a louça, arrumar os brinquedos;
  • Assume responsabilidade, mas precisa que alguém a recorde para ela;
  • É protetora das crianças menores;
  • Gosta de excursões e de colecionar objetos;
  • Os meninos gostam de lutar para mostrar que já são grandes e fortes;
  • Controla melhor suas emoções;
  • Está alcançando gradativamente sua independência;
  • É sensível a certas situações sociais;
  • É mais segura e confia nos outros;
  • Necesita de muito carinho e atenção;
  • Aceita com mais facilidade as regras sociais;
  • Gosta muito de sentir-se aceita e querida no grupo de amigos e pelos adultos;
  • Tem seriedade, persistência e orgulho de fazer bem as coisas;
  • Gosta de ir para a escola.